02/02/2009 - DO METRÔ PARA O TRANSPLANTE RENAL
Conheça a história de esperança do paciente renal paulista que buscou a Pró-Rim para ter uma nova vida!
Categoria:
Educar para Prevenir
A pressão alta me levou para a insuficiência renal crônica quando eu tinha 55 anos. Faço hemodiálise há 4 anos em São Paulo. Lá, as coisas são muito difíceis na saúde, principalmente, nessa área de transplantes. Há muita gente fazendo hemodiálise e poucos doadores. Não há uma sensibilização da mídia para esclarecer as pessoas e incentivá-las a doarem seus rins para seus familiares que precisam.

A vida na máquina de hemodiálise é muito sofrida. Quando eu dialiso, eu chego muito mal em casa. Fico triste por não poder trabalhar, não poder ter uma vida normal. Nesses três dias de hemodiálise, sinto-me como um presidiário.
Num dia desses, quando eu saí da clínica de hemodiálise, senti que deveria passar pelo Metrô Itaquera. Eu nunca faço esse caminho. Quando passei por ali eu vi uma equipe de saúde da Fundação Pró-Rim fazendo um trabalho de prevenção de doenças renais. Então, eles me entregaram um material com informações sobre serviços que a instituição realiza, dentre eles, o transplante renal. Então, não pensei duas vezes em tomar um ônibus e ir à Joinville. A esperança de viver me faz lutar. Quem não quer viver? Eu vivo brigando contra a morte.
Então, chegando a Joinville, fiz uma consulta pré-transplante e me encantei com a estrutura e,principalmente, com o acolhimento especial que recebi. Desde as recepcionistas até os médicos me atenderam bem e acolheram. Fiz hemodiálise lá e até fui na área de Call Center para contar a minha história com a doença renal. Senti esperança em conseguir o transplante com esse bom atendimento e qualidade.

Conversei em São Paulo com a minha família e então retornei com eles para que conhecessem a Pró-Rim e soubessem mais a respeito da doação de órgãos. Se não puderem doar, eu entrarei na lista de espera confiante, pois sei que há diversos casos de pessoas que esperaram pouco tempo aqui em Santa Catarina.
Agradeço a Deus por ter passado pelo metrô e encontrado a Fundação Pró-Rim. Agradeço a atenção de todos. Agora, é o momento de fazer os exames, continuar me cuidando e aguardar com muita esperança esse transplante. Ele me trará uma nova vida!
Ass: Valdir Novack
AÇÕES DO EDUCAR PARA PREVENIR EM SÃO PAULO
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