Histórias de Amor à Vida

 

A Fundação Pró-Rim é uma fonte inesgotável de exemplos de pessoas

que superam limitações e mostram que, até nas situações mais adversas, é possível transformar a vida numa eterna lição de solidariedade.

Conheça essas histórias de amor à vida.

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18 de fevereiro de 2019

Janaína Schoeffel | Ela descobriu a doença renal durante a gestação

Agora ela quer superar esta fase, realizar o transplante e recomeçar uma vida saudável.
29 de janeiro de 2019

A internet e novos amigos ajudam pacientes renais a superar saudade da família

Setor de Comunicação 29/01/2019
19 de dezembro de 2018

Marcelo Nejm Freitas | Renascer em cada Natal

Neste Natal, Marcelo completa cinco anos do transplante.
18 de dezembro de 2018

Roneyde Pereira dos Santos | O melhor natal da minha vida

Professora esperou quase dois anos pelo transplante em Joinville. No natal de 2017 foi informada que havia um rim à sua disposição.
10 de dezembro de 2018

Ana Carolina Narciza Pavesi | Ex-aluna do Instituto Pró-Rim supera drama familiar e ajuda a salvar vidas

Ana perdeu os pais com 14 anos e recebeu bolsa do Ipreps para concluir os estudos. Foi aprovada em processo seletivo e hoje trabalha na UTI do Hospital Regional.
26 de novembro de 2018

Aderson Carvalho Barros | Transplantado conquista cinco medalhas em competição internacional

Aderson Barros foi destaque da equipe brasileira na argentina onde conquistou uma medalha de ouro e quatro de bronze.
28 de agosto de 2018

Elvan Domingos Barbosa | Paciente renal fez o transplante e foi conquistado por Joinville

Elvan Domingos Barbosa tem 47 anos, é professor de idiomas e faz questão de dizer que Joinville (SC) faz parte da sua história. Quando descobriu a doença renal, ele morava em Goiânia (GO), onde fazia hemodiálise e lá ficou por cinco anos na fila do transplante, porém, sem nenhuma perspectiva. […]
13 de agosto de 2018

Paulo Manoel de Souza | Aprendi a gostar de mim e das coisas simples

“Eu vivia estressado, constantemente preocupado em cumprir metas e compromissos. Por conta disso realizava poucas atividades de lazer. O tempo todo lutava contra o relógio. No trânsito, enxergava os motoristas como inimigos e não perdia a oportunidade de insultá-los diante de alguma manobra imprevista. Não tinha o menor cuidado com […]